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Como criar uma senha eficiente?

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Cada um seu modo, muitos fabricantes de soluções e entidades envolvidas com a segurança digital têm divulgado os dias 4, 5 e 7 de maio como sendo o Dia Mundial da Senha Segura. No entanto, uma coisa é certa: todo dia é necessário usar uma palavra chave forte para impedir o acesso indesejado a qualquer um dos serviços na Internet e sistemas computacionais.

Em média, cada usuário acessa 26 serviços online que exigem uma senha. A maioria delas, por exemplo, em redes sociais ou lojas online é um elemento importante na proteção destas contas para evitar a ação de criminosos cibernéticos.

O especialista Bruno Lucio Maciel Pinheiro, da FirstSecurity, empresa que distribui as soluções antivírus da G Data no Brasil, comenta que durante anos os especialistas em segurança de TI vêm trabalhando para chegar a conclusões que nos permitem estabelecer com clareza quais elementos devem incorporar uma senha tornando-a realmente robusta.

“Anteriormente, analistas e pesquisadores concordavam que uma senha deveria conter pelo menos oito caracteres aleatórios, sem formar palavras que pudessem ser encontradas em qualquer dicionário. Ainda hoje, estas ainda são as diretrizes de gigantes como o Google. No entanto, o cenário atual exige mais que senhas fortes, além da atenção redobrada dos usuários para novos tipos de ameaças criadas diariamente pelos invasores mal-intencionados”.

Para este Dia Mundial da Senha Segura, o especialista oferece algumas dicas para aumentar a segurança dos serviços online:

1 – Use um gerenciador de senhas 

Esta é a maneira muito fácil de controlar muitas senhas complexas e os serviços online: redes sociais, compras online, serviços bancários, e-mail. No mercado existem boas ferramentas antivírus que oferecem este recurso.

2 – Use senhas longas 

Uma nova abordagem aponta que senhas longas são melhores do que as complexas, especialmente se estas são muito curtas. Uma senha que combina caracteres alfanuméricos, maiúsculos e minúsculos não será efetiva se for muito pequena. Uma senha complexa com seis caracteres reúne 309 milhões de combinações, nada que um programa moderno não consiga resolver em poucos segundos.

No entanto, se elevarmos esse número de caracteres para doze, o programa levará vários anos para decifrar a chave, mesmo com a capacidade computacional atual.

3 – Use frases-chave

Senhas como “1234”, “password” ou qualquer palavra que você pode encontrar no dicionário são muito fáceis de serem quebradas. Se você usar uma frase, por exemplo, ela não deve ser muito curta ou óbvia. Os cybercriminosos usam ferramentas avançadas que permitem gerar combinações de palavras estatisticamente prováveis e que revelam rapidamente as senhas geradas a partir de frases simples.

Um exemplo é transformar uma frase (uso contrassenhas fortes, por exemplo) em uma combinação aleatória de caracteres “US0 c0ntr @ s @ S3N f0rt3s.” Aproveite os espaços entre as palavras para torná-la ainda mais complexa e robusta: muitos usuários não sabem que podem usá-los ao criar uma boa senha e este é um truque muito interessante.

4 – Mude suas senhas regularmente

Quando você alterar uma senha, a nova nunca deve ser uma derivação do original (há muitos usuários que usam esta regra de má reputação e adicionam um número ou letra à primeira palavra chave criada).

Geralmente, uma única mudança vale a pena quando o serviço web exige ou quando temos suspeita que o provedor do serviço tenha sofrido uma invasão cibernética. Você pode verificar se um banco de dados (e, consequentemente, sua própria segurança) foi violado em sites como ” Have I been Pwned em https://haveibeenpwned.com/NotifyMe“.

5 – Autenticação de dois fatores

Logon em duas etapas é uma ótima maneira de se acessar a qualquer serviço na Internet. Facebook, LinkedIn, Dropbox, Google, PayPal e, em geral, os provedores de serviços mais reconhecidos, já oferecem essa opção. Na empresa em que você trabalha, ou na sua escola, verifique se existe esta funcionalidade disponível.

Fonte: Assessoria de Imprensa First Security

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Wikerson Landim
Wikerson Landim é graduado em Jornalismo e Comércio Exterior e tem especialização em Comunicação Audiovisual. Durante 7 anos, foi editor do site TecMundo, tendo participado de dezenas de eventos nacionais e internacionais.